Se você ou o bebê ficaram internados depois do parto, é normal surgir a dúvida: o salário-maternidade continua sendo pago enquanto dura a internação? E como fica o período depois da alta?
Se a internação da segurada ou do recém-nascido supera o tempo previsto por complicações médicas relacionadas ao parto, o salário-maternidade é devido durante a internação e por mais 120 dias após a alta.

Na prática, essa regra ajuda quando o nascimento vem com complicações e você precisa ficar focada na recuperação ou nos cuidados com o bebê, sem perder o apoio do benefício.
Como regra geral, o salário-maternidade é devido por 120 dias, com início entre 28 dias antes do parto e a data do parto.
Se você começou a receber antes do parto, esse tempo é ajustado no período que continua após a alta, quando se aplica a regra de internação por complicações médicas relacionadas ao parto.

Se o seu pedido vier com pendência, confira se os registros do hospital deixam claro o motivo da internação e o momento da alta. Isso costuma evitar idas e vindas desnecessárias.
Em 2026, o piso do RGPS é de R$ 1.621,00 e o teto do salário de benefício e do salário de contribuição do RGPS é de R$ 8.475,55.
Se você está comparando valores, lembre que o que entra na conta depende do seu histórico no INSS e do tipo de vínculo que você tinha antes do afastamento. O mais importante é entender como a internação muda a linha do tempo do pagamento.
Em 2026, o salário mínimo é R$ 1.621,00.
Se você teve negativa, leia com calma a carta do INSS e veja se ela menciona falta de prova da internação, datas divergentes ou ausência de alta. Esses pontos costumam ser centrais nesse tipo de situação.