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ToggleQuando a agorafobia vira um problema para o seu trabalho
Se sair de casa, usar transporte, encarar filas ou lugares cheios dispara crises, trabalhar pode virar algo muito difícil. Nessa hora, é comum bater a dúvida sobre o que o INSS considera incapacidade.
O auxílio por incapacidade temporária é devido a quem fica incapacitado para o próprio trabalho por mais de 15 dias consecutivos, cumprida a carência quando exigida.
Na prática, isso significa que não basta ter o diagnóstico. O que pesa é como a agorafobia afeta suas tarefas, sua rotina e o que você consegue ou não consegue fazer no seu trabalho.

O que costuma fazer diferença nas provas do seu caso
Quanto mais claro ficar o impacto na sua vida real, mais fácil é o perito entender seu limite. Documentos e registros que descrevem sintomas, crises e restrições ajudam a explicar por que a rotina de trabalho ficou inviável.

E se a agorafobia já existia antes de você entrar no INSS
Doença preexistente à filiação não dá direito ao benefício, exceto quando a incapacidade sobrevier por progressão ou agravamento da doença.
Isso costuma aparecer quando você já tinha sintomas antigos, mas passou a ter piora, crises mais fortes ou limitações novas. O foco é demonstrar que a incapacidade para o trabalho veio depois, por piora do quadro.
Valores de referência em 2026 que podem aparecer no seu processo
O salário mínimo em 2026 é R$ 1.621,00.
O teto do salário de benefício e do salário de contribuição do RGPS em 2026 é R$ 8.475,55, e o piso é R$ 1.621,00.
Esses valores podem aparecer em telas do INSS, cartas e cálculos. Se algo parecer fora do padrão, vale conferir com calma os dados que foram usados no cadastro e nos registros de trabalho.
Se o seu pedido vier como negado
Quando o pedido é negado, tente identificar o motivo principal. Em muitos casos, a negativa acontece por falta de documento, informação incompleta sobre a rotina de trabalho ou porque o perito entendeu que ainda há condição de trabalhar.
